Os servidores do DEGASE RJ, vêm a público agradecerem ao Exmº. Sr. Governador do grandioso Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, um Estado rico em recursos (o 2º em arrecadação do país), por oferecer a título de reajuste salarial anual (2013) o percentual de 0%. Em vez dos 25,315% (0,915% em janeiro e 24,4% em fevereiro) dado pelo Executivo aos PM, BM e ISAP RJ. Uma vez que não precisamos de tal reajuste (25,315%), pois não pagamos energia elétrica, gás, água, aluguel, remédios, alimentação, transporte e etc..., como todas as outras categorias. Tudo é nos dado gratuitamente, ao contrário do Governador, Vice-Governador, Parlamentares, Conselheiros do Tribunal de Contas, Secretários Estaduais, Procuradores, Desembargadores, Juízes e etc..., que têm de trabalhar duramente para conseguirem o pouco que têm.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
AGENTES DO DEGASE RJ AGRADECEM AO EXMº. SR. GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Aumento em 2013
Os servidores da Educação e da Saúde ficaram de
fora dos aumentos salariais previstos pelo governo do estado para o ano de 2013.
Ao apresentar o projeto de lei orçamentária para o próximo ano, na Assembléia
Legislativa do Rio (Alerj), hoje, o secretário de Planejamento, Sérgio Ruy
Barbosa, confirmou que somente o reajuste de 25,315% para os funcionários
públicos da área de Segurança Pública.
A correção já estava acordada e
será paga nos meses de janeiro (0,915%) e fevereiro (24,4%). Serão beneficiados
123 mil servidores e pensionistas da Polícia Militar, da Polícia Civil, do
Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Havia
a expectativa de que os demais funcionários também fossem beneficiados com
algum reajuste, mas o estado manteve apenas o que já havia sido acertado com
servidores da área de Segurança, durante a greve no fim do ano passado.
Segundo o secretário, a despesa
de pessoal prevista para 2013 será de R$ 30 bilhões, 12,7% acima dos R$ 26,7
bilhões do orçamento de 2012, incluindo ativos, inativos e pensionistas. Para
Sérgio Ruy, o aumento real na despesa de pessoal deve-se à política de
contratações por concursos públicos.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Estado do RJ convoca 30 mil servidores e pensionistas para identificação
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) vai iniciar, no dia 16 de outubro, a identificação biométrica de 30.739 servidores ativos, inativos e pensionistas. Estão nesse grupo 20.676 novos servidores ativos, 3.404 servidores ativos que tiveram problemas na qualidade da captura da digital ou da fotografia, 5.191 novos pensionistas e 1.464 pensionistas ou inativos que tiveram seus dados capturados, mas foram reprovados no controle de qualidade.
A identificação dos novos servidores ativos e pensionistas será para aqueles que ingressaram no Estado de janeiro de 2011 a agosto de 2012. Os pensionistas receberam carta do Rioprevidência indicando dia, hora e local onde devem comparecer, mas podem confirmar o agendamento através do telefone 0800-282-2316 ou no site www.idfuncional.rj.gov.br. Os pensionistas que tiverem problemas de locomoção devem ligar para 0800-282-2316 e explicar sua condição. O comparecimento é obrigatório para garantir o recebimento da pensão.
Os servidores ativos devem consultar o seu agendamento no site www.idfuncional.rj.gov.br. Os postos de atendimento estão localizados nos seguintes municípios: Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Volta Redonda, Três Rios, Friburgo, Petrópolis, Araruama, Campos e Itaperuna. O horário de funcionamento é de 9h às 17h.
Antes de fazer a identificação, os novos servidores ativos e pensionistas devem abrir sua conta no Bradesco, informando sua condição ao banco, já que o comprovante da conta bancária onde o Estado deposita o pagamento, como talão de cheque, cartão ou extrato, é um dos documentos que deve ser apresentado. Os outros são: originais de contracheque, carteira de identidade e CPF.
Para receber a carteira de Identidade Funcional, os servidores devem validar seus dados cadastrais no site www.idfuncional.rj.gov.br, a partir do quinto dia útil após a identificação. A validação dos dados é obrigatória. As informações a serem confirmadas são os dados pessoais dos servidores. Assim, antes de começar, o servidor deve ter em mãos os números dos seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, Título de Eleitor, Carteira de Trabalho, PIS ou Pasep e Certificado de Reservista, este último para os homens.
Fonte: Seplag
Seplag RJ publica juros máximos para o consignado em outubro
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) vai publicar na edição do Diário Oficial desta sexta-feira, 5 de outubro, a Portaria nº 73, que determina o teto do Custo Efetivo Total (CET), incluindo taxa de juros e outros encargos, que cada instituição financeira poderá cobrar, até 31 de outubro, para empréstimos consignados de servidores estaduais.
A tabela com o CET máximo de cada instituição financeira é publicada todos os meses, no Diário Oficial e no site da Seplag (www.rj.gov.br/web/seplag), permitindo ao servidor comparar, com rapidez e facilidade, as taxas cobradas por cada banco e, assim, fechar o contrato que seja mais vantajoso para ele. Os espaços em branco na tabela significam que o banco não faz empréstimos naquele prazo. O crédito consignado prevê que os contratos podem ser pagos de uma a 60 parcelas mensais, mas a forma de operar é uma decisão de cada banco.
O objetivo da publicação mensal do CET máximo a ser cobrado por cada instituição é tornar mais transparente, competitivo e seguro o empréstimo pessoal com desconto em folha de pagamento dos servidores ativos, aposentados e pensionistas do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: Seplag
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Projeto institui o Estatuto Penitenciário Nacional
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2230/11, que institui o Estatuto
Penitenciário Nacional. Resultado do trabalho da Comissão Parlamentar de
Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário, realizada em 2008, a proposta cria uma
série de critérios para o funcionamento do sistema – que passam por normas para
a admissão de presos; assistência médica, social e jurídica; projeto
arquitetônico dos presídios; visitas íntimas e outros direitos e deveres dos
detentos até a determinação de penas para os crimes contra eles.
De acordo com o deputado Domingos Dutra (PT-MA), que foi relator da CPI e assina o projeto, a comissão de inquérito constatou que as diferenças regionais muitas vezes são responsáveis pelas deturpações no atendimento dos presos. Diante disso, defende que “é preciso padronizar alguns tipos de procedimentos”.
Dutra destaca também que a proposta do estatuto é baseada nas Regras Mínimas para Tratamento do Preso da Organização das Nações Unidas (ONU – Resolução 2076/77) e procura garantir a ressocialização dos presos, além de seus direitos, para que sejam tratados sem discriminação e com respeito à individualidade, integridade física, dignidade pessoal, crença religiosa e preceitos morais.
Admissão
Pelo texto, na admissão, o presídio deverá fazer o registro do preso, com informações como identificação, razões da prisão, vínculos de parentesco até o terceiro grau e lista de pertences. O registro deverá ser assinado pela autoridade responsável e pelo detento.
O interno deverá passar por avaliação para determinar o tipo de alojamento em que será alocado, de acordo com critérios como sexo, idade, situação legal e judicial, antecedentes criminais e tempo de pena. Será avaliado também quanto à saúde física e mental e doenças infectocontagiosas.
A proposta proíbe expressamente a permanência de detento em delegacia de polícia ou na superintendência da Polícia Federal (PF) por tempo superior ao necessário à finalização do inquérito policial. Veda ainda a permanência do preso em cela de isolamento por tempo superior ao determinado pela autoridade.
Tratamento
O estatuto proíbe também a utilização de correntes, algemas e camisas-de-força como instrumento de punição. Pelo texto, esses recursos somente poderão ser utilizados como medida de precaução de fuga, por motivo de saúde ou para evitar danos ao próprio preso ou a terceiros. Proíbem-se ainda castigos corporais e clausura em cela escura.
Somente poderão ser aplicadas sanções previstas em lei ou regulamento, e desde que não coloquem em perigo a integridade física ou a dignidade do preso. Ainda assim, o detento deverá ser sempre avisado sobre a infração e a punição, além de ter assegurado direito de defesa “real e efetivo”.
Saúde, educação e trabalho
Para proporcionar atendimento à saúde dos presos, cada estabelecimento prisional deverá contar com enfermaria, dependência de observação psiquiátrica e unidade de isolamento para pessoas com doenças infectocontagiosas. Nos presídios femininos, deverá haver dependência com material obstétrico, para atendimento de emergência às grávidas.
Ainda conforme a proposta, o detento terá direito a assistência social e a alimentação supervisionada por nutricionista. O Estado também deverá fornecer ao interno uniformes completos, roupa de cama e material de higiene pessoal, como pasta de dentes, sabonete, xampu e hidratante para o corpo.
A educação primária será obrigatória para os presos analfabetos, e os estabelecimentos deverão ofertar formação profissional, além de permitir a realização de cursos a distância. As cadeias terão de contar também com biblioteca.
O trabalho será obrigatório para todos os presos condenados, com o objetivo de capacitá-los para sustentar-se de forma lícita após o cumprimento da pena. Lei ou regulamento deverá fixar a jornada diária, e a remuneração deverá possibilitar indenização pelos danos do crime e constituição de poupança.
Segundo o texto, para cada 400 presos, os presídios deverão contar com uma quantidade específica de profissionais para atendê-los.
Crimes contra presos
No título dos crimes contra presos, são definidos nove tipos criminais, com as respectivas penas. Para maus tratos, o projeto prevê reclusão de três a seis anos. Caso o fato resulte em lesão corporal grave, a pena sobe para de três a oito anos, e, em caso de morte, para de quatro a 12 anos. Em todos os casos também haverá multa.
Quem incorrer nas condutas de abandono material (deixar de fornecer alimentação e demais condições essenciais à subsistência); manutenção indevida de preso em delegacia ou superintendência da PF; imposição de trabalho excessivo ou inadequado; abuso de medida disciplinar; e lotação de presídio acima da capacidade máxima de ocupação submete-se à pena de reclusão de três a seis anos e multa.
Já para os casos de separação irregular de preso (entre condenados e provisórios, ou entre homens e mulheres); falha na visitação mensal obrigatória do juiz da execução, do integrante do Ministério Público e do integrante de conselho penitenciário ou de conselho da comunidade ao estabelecimento prisional; e manutenção indevida em cela de isolamento, a previsão é de reclusão de dois a quatro anos e multa.
Em todos os casos, a condenação terá como efeito também a perda do cargo ou da função pública e a inabilitação para seu exercício por dez anos.
Tramitação
A proposta do estatuto será analisada por uma comissão especial (ainda a ser formada) antes de seguir para votação no Plenário. Projeto idêntico (PL 4201/08), também originário da CPI do Sistema Carcerário, foi arquivado ao final da legislatura passada sem que tivesse sido instalada comissão especial para analisá-lo, o que levou Domingos Dutra a reapresentar o texto.
Fonte: Correio do Brasil
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Servidor pode voltar a receber adicional por tempo de serviço
Foi adiada, nesta terça-feira, a votação de um substitutivo, do senador Gim Argello (PTB-DF), a três propostas de emenda à Constituição (PECs), com o objetivo de restabelecer o pagamento do adicional por tempo de serviço a várias carreiras de servidores federais, estaduais e municipais. O projeto deixou de ser analisado por falta de tempo, e ainda não há nova data para a votação da matéria na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ).
Além de estender o benefício aos militares, o substitutivo pretende garantir o pagamento da gratificação a funcionários públicos remunerados por subsídio (salário em parcela única pago a algumas categorias, como juízes). Dessa forma, até ministros de Estado e secretários estaduais e municipais passariam a ter direito. Hoje, a Constituição proíbe acrescentar ao subsídio pago pelo exercício dessas funções qualquer gratificação, abono ou adicional.
A proposta em análise pela CCJ prevê um adicional por tempo de serviço de 5%, concedido a cada cinco anos de trabalho, até o limite de 35%. Se for aprovado pela comissão, o texto ainda vai passar por dois turnos de votação no plenário do Senado, antes de ir para a Câmara dos Deputados. O pagamento dessa vantagem foi revogado por uma medida provisória editada no governo Fernando Henrique Cardoso.
Fonte: EXTRA
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Sancionada a criação do Sistema Nacional de Segurança Pública
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta-feira (4) a criação do Sistema Nacional de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp), que reunirá informações dos Poderes Executivos da União, dos estados e do Distrito Federal. O sistema instituído pela Lei 12.681/2012 foi proposto originalmente em projeto de lei do senador Magno Malta (PLS 310/2003), aprovado em maio deste ano na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e, posteriormente, na Câmara dos Deputados.
O Sinesp vai coletar informações relacionadas à segurança pública, ao sistema prisional, à execução penal e ao enfrentamento ao tráfico de crack e outras drogas. O banco de dados vai ajudar a estruturar a política de segurança pública em todo o país, ampliando, ao mesmo tempo, a transparência e o controle social.
De acordo com a lei, o Sinesp deverá incluir dados sobre ocorrências criminais notificadas; registro de armas de fogo; entrada e saída de estrangeiros do país; pessoas desaparecidas; execução penal e sistema prisional; recursos humanos e materiais; condenações, penas e mandados de prisão; e repressão à produção, fabricação, tráfico e apreensão de crack e outras drogas ilícitas.
Os integrantes do Sinesp que deixarem de fornecer ou atualizar dados não poderão receber recursos ou celebrar parcerias com a União, para financiamento de programas, projetos ou ações de segurança pública, como o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Municípios, Poder Judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público poderão pedir adesão ao Sinesp.
O texto sancionado por Dilma Rousseff inclui alterações do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), relator da matéria na CCJ, ao projeto de Magno Malta, que previa a criação de um sistema de informações de segurança pública entre as condições para estados e municípios recebem recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). A partir disso Braga propôs a criação do Sinesp.
Eduardo Braga também sugeriu a mudança do Código de Processo Penal para que os atestados de antecedentes criminais deixem de fazer referência a inquéritos policiais ou condenações criminais com pena já cumprida.
Fonte: Senado
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